Alsace et Bastille

Alsace & Bastille - Conseil en Stratégie. Paris, Estoril
-Consultancy in Real Estate, Celebrity aviation, railway business, Consultancy in Export Strategy; E-mail: vitorpissarro.alsacebastille@Yahoo.fr or to Twitter adress Vitor Pissarro @VitorPissarro

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Winners of the readers of USA TODAY: Best european country - 1st Portugal


DR
          
                      

Portugal eleito melhor país da Europa nos EUA

Por Fugas
Portal de viagens do gigante “USA Today” lançou uma votação para o top 10 do Melhor País Europeu. Resultado: vitória absoluta de Portugal, à frente da Itália, Áustria, Alemanha ou Reino Unido.
O 10Best.com, site especializado em viagens que integra o grupo media do jornal USA Today – o terceiro maior dos EUA em termos de circulação -, confirmou esta quarta-feira a vitória de Portugal na votação para o top 10 Best European Countries. Como se refere no portal, a eleição é uma decisão dos leitores do USA Today e do 10Best.
“Aparentemente, Portugal conquistou os corações dos nossos leitores e assegurou a fatia de leão dos votos”, resume o site. A vitória de Portugal não surpreende quem acompanhou a iniciativa: o país liderava com grande avanço a votação (refira-se que quando se votava era possível aceder ao top em tempo real de acordo com os votos apurados até então). Até ao momento, não se conhece, porém como se repartiram especificamente os votos nem o site divulgou a origem por país dos mesmos.
“Portugal é menos icónico do que outros países mais conhecidos”, lê-se no site (estavam nomeados 20 países escolhidos por “especialistas da indústria de turismo”), mas “oferece um vasto leque de oportunidades para os viajantes: aldeias charmosas, comida fantástica, música regional fascinante, descobertas culturais, uma costa belíssima e até surf de classe mundial”.
Logo atrás de Portugal ficou a Itália, seguindo-se, no top 5, a Áustria, Alemanha e Reino Unido. A Espanha surge já em 6.º lugar, batendo a Irlanda, que se lhe segue. O top completa-se com a França, Islândia e Suíça. Fora do top que agora será divulgado e mantido pelo site e pelo USA Today ficaram os outros nomeados: Bélgica, Croácia, República Checa, Grécia, Hungria, Montenegro, Holanda, Noruega, Suécia e Turquia.

    segunda-feira, 12 de maio de 2014

    Balanço do programa de ajustamento: O Governo reclama um grande sucesso. Será?


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    Carta de Dr. Vitor Gaspar, 1 julho 2013
    "...o incumprimento dos limites originais do programa para o défice e a dívida, em 2012 e 2013, foi determinado por uma queda muito substancial da procuta interna e por uma alteração na sua composição que provocaram uma forte quebra nas receitas tributárias. A repetição destes desvios minou a minha credibilidade enquanto Ministro das Finanças.

    ... o nível de desemprego e de desemprego jovem são muito graves. Requerem uma resposta efectiva e urgente a nível europeu e nacional. ..."

    objectivos do programa de ajustamento:
    défice orçamental 2013 : 3%     realidade: 4,7%
    dívida pública 2013 : 114,9%  realidade 129%
    taxa crescimento do consumo privado 2013: - 0,2%    realidade : -2,20%
    taxa crescimento do investimento 2013 :+ 2,2%   realidade -8,4%
    taxa de crescimento das exportações 2013: +6,5%    realidade : +5,8%
    taxa de crescimento do PIB 2013 :+ 1,2%   realidade: -1,6%
    taxa de desemprego 2013 : 13,5%  realidade: abril 2013 : 17,8%   anual 2013: 15,5%
    fonte: boletim do Banco de Portugal

    Actualmente, os juros da dívida estão com um valor muito baixo. Ou seja, o único sucesso verifica-se naquilo que não depende do esforço nacional mas sim do movimento de capitais que se está a verificar, fuga de capitais dos países emergentes para a Europa.

    Será que é de dar os parabéns a esta política?
    O Governo diz que sim.

    Boas políticas.

    20 mil franceses poderão viver em Portugal até 2015

    por Lusa, texto publicado por Paula MouratoHoje10 comentários
    Mais de 2.200 franceses compraram casa em Portugal no último ano e 20 mil poderão viver no país até finais de 2015, de acordo com estimativas da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa (CCIFP), que organiza a terceira edição do Salão do Imobiliário e do Turismo Português, em Paris.

    O evento decorre de 16 a 18 de maio e visa sobretudo os reformados aliciados pela isenção de impostos, se residirem em Portugal por um período superior a 183 dias por ano.
    O estatuto do residente não habitual em Portugal, em vigor desde janeiro de 2013, permite a qualquer reformado da União Europeia uma isenção fiscal durante dez anos, desde que não tenha tido residência fiscal em Portugal nos últimos cinco. O estatuto abrange, também, os profissionais que exercem uma atividade de alto valor acrescentado, que podem beneficiar de uma taxa de IRS reduzida para 20 por cento.
    Nas primeiras edições do Salão do Imobiliário e do Turismo Português, entre 70 e 75 por cento dos visitantes eram franceses, a maior parte reformados, mas os benefícios fiscais também podem ser aproveitados pelos emigrantes portugueses que queiram regressar ao país, disse à Lusa o presidente da CCIFP, Carlos Vinhas Pereira.
    "Há muitos emigrantes que vivem oito e nove meses em Portugal e o resto dos meses em França. Eles já podiam beneficiar desta lei e não pagar impostos sobre a reforma nem sobre as mais-valias ou os dividendos", explicou Carlos Vinhas Pereira.
    O presidente da CCIFP rejeitou que Portugal seja "um paraíso fiscal", defendendo que "esta lei não beneficia só as pessoas que têm meios, mas também os reformados que não têm uma grande pensão. A média da reforma francesa é de 1.400 euros por mês e, em Portugal, com 1.400 euros os reformados vão viver melhor do que em França".

    Somos governados por: Em Portugal por uns anjinhos e em Bruxelas por uns diabinhos. Estamos tramados.....

    Ajudas a Portugal e Grécia foram resgates aos bancos alemães


    É incorrecta a narrativa que os alemães contaram a si próprios de que a crise do euro teve a ver com o Sul a querer levar o dinheiro deles, diz ex-conselheiro de Durão Barroso.

    Philippe Legrain, ex-conselheiro do actual presidente da Comissão Europeia DR
    Philippe Legrain, foi conselheiro económico independente de Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, entre Fevereiro de 2011 e Fevereiro deste ano, o que lhe permitiu acompanhar por dentro o essencial da gestão da crise do euro. A sua opinião, muito crítica, do que foi feito pelos líderes do euro, está expressa no livro que acabou de publicar “European Spring: Why our Economies and Politics are in a mess”.
    A tese do seu livro é que a gestão da crise da dívida, ou crise do euro, foi totalmente inepta, errada e irresponsável, e que todas as consequências económicas e sociais poderiam ter sido evitadas. Porque é que as coisas se passaram assim? O que é que aconteceu?
    Uma grande parte da explicação é que o sector bancário dominou os governos de todos os países e as instituições da zona euro. Foi por isso que, quando a crise financeira rebentou, foram todos a correr salvar os bancos, com consequências muito severas para as finanças públicas e sem resolver os problemas do sector bancário. O problema tornou-se europeu quando surgiram os problemas da dívida pública da Grécia. O que teria sido sensato fazer na altura – e que era dito em privado por muita gente no FMI e que este acabou por dizer publicamente no ano passado – era uma reestruturação da dívida grega. Como o Tratado da União Europeia (UE) tem uma regra de “no bailout” [proibição de assunção da dívida dos países do euro pelos parceiros] – que é a base sobre a qual o euro foi criado e que deveria ter sido respeitada – o problema da Grécia deveria ter sido resolvido pelo FMI, que teria colocado o país em incumprimento, (default), reestruturado a dívida e emprestado dinheiro para poder entrar nos carris. É o que se faz com qualquer país em qualquer sítio. Mas não foi o que foi feito, em parte em resultado de arrogância – e um discurso do tipo ‘somos a Europa, somos diferentes, não queremos o FMI a interferir nos nossos assuntos’ – mas sobretudo por causa do poder político dos bancos franceses e alemães. É preciso lembrar que na altura havia três franceses na liderança do Banco Central Europeu (BCE) – Jean-Claude Trichet – do FMI – Dominique Strauss-Kahn – e de França – Nicolas Sarkozy. Estes três franceses quiseram limitar as perdas dos bancos franceses. E Angela Merkel, que estava inicialmente muito relutante em quebrar a regra do “no bailout”, acabou por se deixar convencer por causa do lobby dos bancos alemães e da persuasão dos três franceses. Foi isto que provocou a crise do euro.
    Como assim?
    Porque a decisão de emprestar dinheiro a uma Grécia insolvente transformou de repente os maus empréstimos privados dos bancos em obrigações entre Governos. Ou seja, o que começou por ser uma crise bancária que deveria ter unido a Europa nos esforços para limitar os bancos, acabou por se transformar numa crise da dívida que dividiu a Europa entre países credores e países devedores. E em que as instituições europeias funcionaram como instrumentos para os credores imporem a sua vontade aos devedores. Podemos vê-lo claramente em Portugal: a troika (de credores da zona euro e FMI) que desempenhou um papel quase colonial, imperial, e sem qualquer controlo democrático, não agiu no interesse europeu mas, de facto, no interesse dos credores de Portugal. E pior que tudo, impondo as políticas erradas. Já é mau demais ter-se um patrão imperial porque não tem base democrática, mas é pior ainda quando este patrão lhe impõe o caminho errado. Isso tornou-se claro quando em vez de enfrentarem os problemas do sector bancário, a Europa entrou numa corrida à austeridade colectiva que provocou recessões desnecessariamente longas e tão severas que agravaram a situação das finanças públicas. Foi claramente o que aconteceu em Portugal. As pessoas elogiam muito o sucesso do programa português, mas basta olhar para as previsões iniciais para a dívida pública e ver a situação da dívida agora para se perceber que não é, de modo algum, um programa bem sucedido. Portugal está mais endividado que antes por causa do programa, e a dívida privada não caiu. Portugal está mesmo em pior estado do que estava no início do programa.
    Quando diz que os Governos e instituições estavam dominados pelos bancos quer dizer o quê?
    Quero dizer que os Governos puseram os interesses dos bancos à frente dos interesses dos cidadãos. Por várias razões. Em alguns casos, porque os Governos identificam os bancos como campeões nacionais bons para os países. Em outros casos tem a ver com ligações financeiras. Muitos políticos seniores ou trabalharam para bancos antes, ou esperam trabalhar para bancos depois. Há uma relação quase corrupta entre bancos e políticos. No meu livro defendo que quando uma pessoa tem a tutela de uma instituição, não pode ser autorizada a trabalhar para ela depois.
    Também diz no seu livro que quando foi conselheiro de Durão Barroso, o avisou claramente logo no início sobre o que deveria ser feito, ou seja, limpar os balanços dos bancos e reestruturar a dívida grega. O que é que aconteceu? Ele não percebeu o que estava em causa, ou percebeu mas não quis enfrentar a Alemanha e a França?
    Sublinho que isto não tem nada de pessoal. O presidente Barroso teve a abertura de espírito suficiente para perceber que os altos funcionários da Comissão estavam a propôr receitas erradas. Não conseguiram prever a crise e revelaram-se incapazes de a resolver. Ele viu-me na televisão, leu o meu livro anterior (*) e pediu-me para trabalhar para ele como conselheiro para lhe dar uma perspectiva alternativa. O que foi corajoso, e a mim deu-me uma oportunidade de tentar fazer a diferença. Infelizmente, apesar de termos tido muitas e boas conversas em privado, os meus conselhos não foram seguidos.
    Porquê? Será que a Comissão não percebeu? A Comissão tem a reputação de não ter nem o conhecimento nem a experiência para lidar com uma crise destas. Foi esse o problema?
    Foram várias coisas. Claramente a Comissão e os seus altos funcionários não tinham a menor experiência para lidar com uma crise. Era uma anedota! O FMI é sempre encarado como a instituição mais detestada [da troika], mas quando foi juntamente com a Comissão à Irlanda, as pessoas do FMI foram mais apreciadas porque sabiam do que estavam a falar, enquanto as da Comissão não tinham a menor ideia. Por isso, uma das razões foi inexperiência completa e, pior, inexperiência agravada com arrogância. Em vez de dizerem “não sei como é que isto funciona, vou perguntar ao FMI ou ver o que aconteceu com as anteriores crises na Ásia ou na América Latina”, os funcionários europeus agiram como se pensassem “mesmo que não saiba nada, vou na mesma fingir que sei melhor”. Ou seja, foram incapazes e arrogantes. A segunda razão é institucional: não havia mecanismos para lidar com a crise e, por isso, a gestão processou-se necessariamente sobretudo através dos Governos. E o maior credor, a Alemanha, assumiu um ponto de vista particular. Claro que isto não absolve a Comissão, porque antes de mais, muitos responsáveis da Comissão, como Olli Rehn [responsável pelos assuntos económicos e financeiros], partilham a visão alemã. Depois, porque o papel da Comissão é representar o interesse europeu, e o interesse europeu deveria ter sido tentar gerar um consenso de tipo diferente, ou pelo menos suscitar algum tipo de debate. Ou seja, a Comissão poderia ter desempenhado um papel muito mais construtivo enquanto alternativa à linha única alemã. E, por fim, é que, embora seja politicamente fraca, a Comissão tem um grande poder institucional. Todas as burocracias gostam de ganhar poder. E neste caso, a Comissão recebeu poderes centralizados reforçados não apenas para esta crise, mas potencialmente para sempre, que lhe dão a possibilidade de obrigar os países a fazer coisas que não conseguiram impor antes. É por isso que parte da resposta é também uma tomada de poder.

    sexta-feira, 9 de maio de 2014

    Eleonore Bridge a Lisbonne

    Je sais, je fais pas mal dans les clichés ;)

    Je n’allais pas m’en tirer comme ça avec quelques photos de looks, sans vous faire un petit topo sur Lisbonne ! C’est une de mes villes préférées pour l’été : soleil assuré, un peu de vent, de la super bonne bouffe, des petits prix (avion, location, restos) et gros avantage par rapport à l’Espagne : ça parle anglais.
    J’avais loué un appart sur Airbnb comme d’hab. Ca doit être une des meilleures trouvailles que j’ai fait sur le site : un petit nid douillet pour 2 avec une terrasse privée surplombant le quartier et une douche pour admirer la vue en bonus. A 50€ la nuit j’avais pas encore vu mieux :D
    Lisbonne
    La ville est très facile, les transports en commun sont top (tellement facile depuis l’aéroport !). Il faut juste l’appréhender un peu différemment quand on est à pieds à cause des collines : considérer plus l’altitude que les courtes distances apparentes sur la carte (ça vous sauvera).
    J’avais déjà un bon carnet d’adresses, je n’ai donc pas fait des milliards de découvertes, mais quelques bonnes surprises quand même ;)

    Oceanario de Lisboa

    Lisbonne-(120)
    Lisbonne (6)
    Lisbonne (16)
    Lisbonne-(122)
    Lisbonne (27)
    Lisbonne (34)
    Lisbonne (32)
     

    Jardim Botanico

    Lisbonne (88)
    Lisbonne (78)
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    Lisbonne (84)
    Lisbonne (85)
    Lisbonne (81)
    Lisbonne (91)

    Yummy

    Lisbonne (56)
    Lisbonne (117)
    Lisbonne (113)
    Lisbonne (112)
    lisboa
    Lisbonne (55)
    Lisbonne (57)
    Lisbonne (54)
    Lisbonne (59)

    Lisboa

    Lisbonne (47)
    Lisbonne (74)
    Lisbonne (72)
    Lisbonne (71)
    Lisbonne (116)
    Lisbonne (99)
    Lisbonne (68)
    Lisbonne (52)
    Lisbonne (49)
    Lisbonne (61)
    Lisbonne (7)
    Lisbonne (43)
    Lisbonne (105)

    Mes adresses.

    En restaurant je ne vous conseillerai pas forcément tout ce que j’ai testé, juste mes deux préférés : Sea me (super cuisine fusion et poisson frais) et Pinoquio (meilleure cuisine tradi goûtée de tous mes séjours là bas).
    J’ai enfin visité l’aquarium que j’ai adoré, fait beaucoup trop de photos de linge qui sèche, mangé de délicieuses glaces chez le très réputé Santini, assouvi ma passion pour les sardines à l’huile (oui chacun sa vie) à la célèbre conserveira de Lisboa, bu un verre chez Noobaï café, Pharmacia et Chapitô pour profiter de leurs terrasses, passé le dimanche à lire au calme à l’ombre des arbres sur l’épaisse pelouse du Jardin Botanique (2€ l’entrée) et chassé les papillons avec mon appareil.
    Pour moi les vacances c’est plus synonyme de calme et d’évasion que de visites effrénées, je dois donc avouer n’avoir pas fait grand chose d’autre que bronzer sur ma terrasse avant de me bouger pour aller manger au resto le soir ;) (d’ailleurs si vous êtes une flemmasse comme moi, économisez vous un aller retour à Belem si vous voulez juste aller y acheter des Pasteis de Nata (aka LA VIE), ils en font de très bons ici en ville)
    Pour les hôtels je ne sais pas trop, je ne saurai que trop vous recommander airbnb, sinon voilà un blog qui recense de très chouettes adresses.

    quarta-feira, 7 de maio de 2014

    Portugal é sexy.....

    Música

    Shakira revela teledisco filmado em Portugal


    por João MoçoHojeComentar
    Shakira revela teledisco filmado em Portugal
         

    Fotografia © Reuters
    O vídeo de 'Dare (La La La)' foi rodado durante o verão de 2012 em vários locais de Lisboa. O tema faz parte do seu último álbum, lançado em março passado.
    A Avenida Fontes Pereira de Melo e o Parque Eduardo VII foram dois dos locais escolhidos para o novo vídeo de Shakira, gravado em Lisboa no verão de 2012. Na altura desconhecia-se a que canção seriam associadas essas filmagens, reveladas hoje com o lançamento do teledisco Dare (La La La).
    Este é já o terceiro single retirado do último álbum da cantora colombiana, homónimo e lançado em março, depois de Can't Remember to Forget You (num dueto com Rihanna) e Empire.
    Entetanto foi lançada uma nova versão desta Dare (La La La), com a participação do músico brasileiro Carlinhos Brown.

    Wow, chegou o verão a Cascais.

    07.05.2014 - Por Fora de Série, às 17:15

    A música está de regresso ao pôr-do-sol no Guincho, pelo quarto ano consecutivo. Com o mar no horizonte, o “Oitavos Beats” vai encher de notas musiciais o hotel The Oitavos e as dunas envolventes. É já a partir do próximo fim-de-semana e em todos os segundos sábados de cada mês, até Setembro.
    Djs internacionais como Vitória Régia, Nebur, Cut Slack, X-Acto e Yen Sung, abrem a pista às 17h00, seguidos de concertos ao vivo com nomes do ‘soul’ e ‘jazz’ nacionais tais como Filipe Gonçalves, HMB, Mariana Norton, Brass Wires Orchestra e Frankie Chavez.
    Para aqueles que pretendem aproveitar o fim-de-semana, o hotel faz desconto de 10% pela reserva de duas noites. CSB

    Nice things from Germany!


     
     

    Neuen Katalog of Helitene Industrieschläuche

    New catalog of Helitene industrial hoses

    Novo catálogo Helitene de tubos industriais

     

    Product range:

    1-Ӧl und petroleum – oil and crude - petróleo e hidrocarbonetos

    2-Gas und Schweissen – gas and welding - gas e soldadura

    3-chemikalien –Chemicals -  produtos químicos

    4-druckluft –Compressed air - ar comprimido

    5-warmwasser – hot water and air -  água e ar a elevadas temperaturas

    6-wasser – water - água

    7-abriebmaterial –products with abrasive contentes -  produtos abrasivos

    8-kuhlung –  cooling and low temperatures - refrigeração, baixas temperaturas

    9-nahrungsmittel –food and drinks - produtos alimentares

    10- Flachschläuche   - flat hoses - mangas planas

    11 -  Feuerwehrschläuche – fire protection hoses -   protecção contra incêndio

    terça-feira, 6 de maio de 2014

    the Love Boat

    Três "prédios" de onze andares "nasceram" no Tejo

    por Patrícia JesusHoje2 comentários
    Lisboa encheu-se de turistas e recebeu uma nova "paisagem"
    Lisboa encheu-se de turistas e recebeu uma nova "paisagem" Fotografia © Mariana Vasques/Global Imagens
    Estão quase a partir os três gigantescos navios de cruzeiro que hoje se juntaram no Terminal de Santa Apolónia, em Lisboa: o Queen Mary 2, o Queen Elizabeth 2 e Queen Victoria. Em Alcântara estão mais três paquetes. 18 mil turistas encheram a cidade.
    Jane e Allen Cleverly, casal de reformados britânicos, preparam-se para dizer adeus a Lisboa. É a última paragem do Queen Elisabeth 2 antes do porto de Southampton, em Inglaterra. Não conheciam a cidade, gostaram e querem voltar para explorar melhor.
    "Foram apenas algumas horas mas deu para ela me levar à falência", diz Allen bem disposto. Levam sacos de compras com vinho do Porto, sapatos e roupa de bebé. Dizem-nos que gostaram muito da comida.
    Os 18 mil passageiros dos seis navios de cruzeiro que hoje fizeram escala em Lisboa encheram os restaurantes e entupiram o trânsito. Muitos seguiram em autocarros para Cascais ou Sintra, em excursões previamente organizadas.
    Os três navios que atracaram em Santa Apolónia - o Queen Mary 2, o Queen Elizabeth 2 e Queen Victoria - estão juntos pela terceira vez no mesmo porto.
    E como se três prédios de onze andares tivessem crescido à beira Tejo.

    Portugal est sorti de la crise: Ronaldo possède la voiture plus chère.

    Quel footballeur possède la voiture la plus chère ?

    LE 24/04/2014 À 17:06 par Warren Benoukaci - 12 195 vuesLaFerrari : Le puissant bolide de Cristiano Ronaldo
    Zlatan Ibrahimovic, Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, David Beckham… Ces sportifs ne sont pas que des stars du ballon rond ! En effet, ces multimillionnaires ont d’autres passions et ne se privent pas pour acquérir les objets qu’ils convoitent à prix d’or.
    Parmi les folies des joueurs se trouvent les voitures et à ce petit jeu là, c’est Cristiano Ronaldo qui arrive en tête des joueurs possédant la voiture la plus chère avec une Ferrari LaFerrari totalement personnalisée et sur-mesure, coûtant la modique somme de 2,3 millions d’euros.
    En seconde (troisième et quatrième) position, on retrouve un seul et unique joueur : le fantasque camerounais Samuel Eto’o. Son amour pour les voitures et son garage totalement gargantuesque ne sont plus un secret pour personne et c’est avec trois voitures totalement différentes qu’il occupe cette seconde place : une Bugatti Veyron Super Sport, une Aston Martin One-77 -produite à 77 unités seulement- et une Ferrari « Siracuse » 458 Italia.
    Surprise dans la suite de ce classement puisque c’est El Hadji Diouf et sa Mercedes McLaren à 500 000€ qui complète ce trio de joueurs possédant les voitures les plus chères. Voici, en galerie photos, les modèles précisés ainsi que d’autres en bonus.