Alsace et Bastille

Alsace & Bastille - Conseil en Stratégie. Paris, Estoril
-Consultancy in Real Estate, Celebrity aviation, railway business, Consultancy in Export Strategy; E-mail: vitorpissarro.alsacebastille@Yahoo.fr or to Twitter adress Vitor Pissarro @VitorPissarro

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Antibes. A minha praia preferida na Côte d'Azur. Na foto, com o museu Picasso em fundo.

Panerai Classic Yacht Challenge  2014Voiles d' Antibes 2014

Oitenta veleiros clássicos na Côte D’azur para a 20.ª Edição das Voiles D’Antibes

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Panerai Classic Yacht Challenge  2014 Voiles d' Antibes 2014Após a tradicional abertura da temporada em Antígua, que viu o ketch Whitehawk de 1978 vencer, o Panerai Classic Yachts Challenge 2015 ruma para a Côte d’Azur. Este é o 11.º ano consecutivo que a marca de alta relojoaria desportiva Florentina Officine Panerai patrocina o circuito internacional para veleiros clássicos e vintage.
A primeira etapa que ocorrerá entre dias 3 e 7 de junho consiste na 20.ª edição das Voiles d’Antibes. Cerca de oitenta belas Grandes Dames do mar, construídos entre o final do século XIX e o presente, irá congregar no Port Vauban nas Antibes, para uma série de celebrações ligadas à história da vela. Ao longo dos últimos vinte anos, Les Voiles d’Antibes viram desfilar mais de 270 veleiros, vindos de 53 países diferentes, e 5000 membros de equipagens que se defrontarão em mais de 70 regatas. Cerca de 200 000 visitantes deslocaram-se até à cidade francesa para assistir ao espetáculo de veleiros clássicos em ação.
A frota vinda de inúmeros países, incluindo Itália, França, Inglaterra, Países Baixos, Estados Unidos, Espanha, Suíça e Alemanha, participará em quatro regatas, divididas em cinco categorias: Big Boats (casco de mais de 25 metros), Clássico Marconi, Época Marconi, Época áurica e Espírito de Tradição.
O majestoso bermudense Xarifa de 50 metros com três mastros, construído em aço em Inglaterra no ano de 1927 para a família Singer, participará pela primeira vez em Les Voiles d’Antibes. Também pela primeira vez, Orianda, de 26 metros, construído na Dinamarca em 1937, recentemente submetido a uma restauração meticulosa que lhe permitiu voltar a rasgar as ondas com toda a segurança. A seu lado, velhos conhecidos do circuito Panerai como o Moonbeam IV (1914) que já pertencu ao Príncipe Rainier do Mónaco, Agneta que pertenceu a Giovanni Agnelli (1949), e Mariska (1908).
O início da nova temporada de Vela Clássica traz às Antibes muitos veleiros vencedores das edições anteriores do Panerai Classic Yachts Challenge, prontos para lutarem pelo prestigiado troféu que será entregue em Cannes em setembro. Entre eles, o Chinook de 1916 (Troféu Vintage de 2014), o Namib de 1967 (Troféu Clássico de 2014), o velho Leonore de 90 anos (Troféu Vintage de 2012 e 2013), o Moro di Venezia de 1976 (Troféu Clássico de 2013), o Naïf de 1973 (Troféu Clássico de 2012), e o Emeraude de 1975, a única embarcação da frota inteira que venceu o troféu da temporada (Clássica) três vezes.
Também se encontrará nas Antibes o único veleiro que participou em todas as edições deste evento: Outlaw, um cutter bermudense de 15 metros, construído em Inglaterra, em 1963, que venceu a categoria Clássicos do Troféu Panerai em 2005.
O ketch bermudense adquirido e restaurado pela Officine Panerai, Eilean, estará na meta de partida. O encantador dois mastros, construído pelo estaleiro Fife na Escócia em 1936, continua a ser um embaixador da marca de alta relojoaria desportiva Florentina e da vela clássica em si.
Os eventos no cais organizados para celebrar o 20.º aniversário de Les Voiles d’Antibes incluem uma série de concertos de música clássica e moderna, um espetáculo de fogos de artifício exibido no sábado, 6 de junho, e o já famoso rally de barcos a motor. As equipagens de vela clássica também prestaram o seu tributo à lendária iatista, Florence Arhaud, que faleceu recentemente.
O Circuito Mediterrâneo do Panerai Classic Yachts Challenge 2015 continua com o Argentario Sailing Week (Porto Santo Stefano, 18 a 21 de junho), antes de se deslocar para Mahon para a XII Copa del Rey (Menorca, 25 a 29 de agosto) e termina em Cannes com Les Régates Royales (22 a 26 de setembro).

terça-feira, 2 de junho de 2015

Lisboa é a melhor cidade para viver e negócios. A surpresa é Cascais

 

por DN.ptHoje8 comentários
Lisboa é a melhor cidade para viver e negócios. A surpresa é Cascais
Fotografia © Luís Lázaro
Quais as melhores cidades para viver, fazer negócios e visitar? Veja as listas da consultora Bloom Consulting.
Lisboa é a melhor cidade para investir, para viver e para visitar. O município lisboeta volta, pelo segundo ano consecutivo, a liderar, em toda a linha, oPortugal CityBrand Ranking, da Bloom Consulting.
"Os excelentes resultados estatísticos e o elevadíssimo índice de procuras online que suscita (24,3% do total nacional), junto com o elevado número de seguidores nas redes sociais e a fantástica performance do seu website, concluem a sua primazia", pode ler-se no estudo apresentado hoje.
Seguem-se o Porto e Braga, também sem alterações face ao ano passado, e, na quarta posição, uma das grandes surpresas do ranking: Cascais. O município presidido por Carlos Carreiras subiu seis posições face a 2014, "muito graças ao seu apelo turístico e à qualidade de vida. Destaque para o Funchal, que subiu sete lugares no ranking nacional, colocando um município insular no top 10.
Segundo o ranking, as melhores cidades para viver são Lisboa, Sintra, Leiria, Cascais, Braga, Porto, Coimbra, Oeiras, Viseu e Guimarães.
A lista das melhores cidades para fazer negócios é encabeçada por Lisboa, seguindo-se o Porto, Braga, Oeiras, Coimbra, Leiria, Maia, Aveiro Guimarães e Viseu.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Le français, langue la plus "sexy" au monde

 

Une étude démontre que le français est la langue la plus charmeuse pour les non-francophones. Surprise, même notre accent les attire.



A l’heure où le «french bashing » - comprenez la mode qui veut que les étrangers, en particulier les médias, moquent les Français pour tout et n'importe quoi - fait recette, ne nous privons pas d’un joli et franc «cocorico» devant le résultat gratifiant de l’étude menée à l’initiative de l'application Babbel, spécialisée dans l’apprentissage des langues.

Figurez-vous en effet que le français apparait en tête des langues considérées comme les « plus sexy ». Et toc !
Selon ce palmarès, réalisé auprès de 14 000 sondés, le français s’impose largement. La cote d’amour atteint 34% des votes chez les non-francophones et devance deux autres langues latines : l’italien (24,4%), puis l’espagnol (15,8%).
Un accent charmant
Même triomphe dans la catégorie «accent». Ne soyons pas complexés par notre accent franchouillard, au contraire, c’est visiblement un vrai argument de séduction, plébiscité par 37,4% des votants non francophones. La classe. Italien et Anglais complètent le podium.
Les francophones préfèrent l’italien
Tout le monde adore le français sauf… les francophones. Besoin d’exotisme ?  Ils font en tout cas basculer la tendance lorsqu’on les rajoute à l’échantillon. Dans ce cas, l’italien pointe en tête dans la casse «sexy» avec une cote de 45%. Vient ensuite l’anglais. En queue de classement, l’allemand et le chinois. Dans ce cas de figure, (francophones et non-francophones réunis), l’accent anglais reprend du poil de la bête, et vire en tête (39%) devant les accents italiens et espagnols. Il faut donc en déduire que nous n’aimons pas notre propre accent.
L’amour sans frontières
Autre constat, l’amour est visiblement plus fort que la langue (n’y voyez rien de malicieux) puisque nous sommes près de 95 % à envisager de se lancer dans l’apprentissage d’une langue étrangère par amour, là où Allemands et Suisses plafonnent à 83%. Merveilleux non ?
 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Cinco razones para contratar a una persona de más de 45 años

 

Pueden resultar muy rentables para las empresas
Estas son las cinco razones para emplear a una persona de más de 45 años Imagen: Adecco

Las empresas parece que prefieren y tienden a incorporar a sus plantillas a personas jóvenes, pero contratar a trabajadores mayores de 45 años crea claras ventajas, dado que por sus características diferenciadoras resultarán muy beneficiosas para las compañías, como muestra Currículum Entrevista Trabajo (CET).

Las personas que han superado la edad de 45 años son muy valiosas e importantes en el mercado laboral, dado que mental y psicológicamente poseen un grado de estabilidad mayor, lo que les lleva a tener una mayor concentración e impersonalidad cuando se trata de ejercer un trabajo.
Ventajas para las empresas
Sea cual sea el sexo del trabajador mayor de 45 años, las empresas encontrarán cinco razones que les permitirán valorar que la experiencia laboral conseguida desde los cuarenta años es altísima:
1-La experiencia laboral e intelectual hace que el empleado tenga un mejor nivel en el manejo de situaciones que tienen lugar de manera cotidiana, en el trabajo, como la actitud de un compañero molesto. Ante esto, sabe cómo “lidiar con un ambiente laboral hostil o en el que se puedan crear conflictos con los colegas”.
2-El trabajador que supera la edad de 45 años es capaz de adelantarse a diversas situaciones, así como enfrentarse a ellas de una manera distinta y más práctica que un profesional novato.
3-La experiencia es una de las razones principales para emplear en las empresas a personas más adultas, adquirida en el mercado laboral durante 15 y 20 años, periodo en el que ha vivido situaciones de todo tipo.
4-Mayor disponibilidad de tiempo, lo que le permitirá hacer horas extras, asistir a eventos fuera de las horas de trabajo e, incluso, avanzar trabajo fuera de la empresa.
5-La confianza en sí mismo, la posibilidad de motivar y ayudar a sus compañeros de trabajo, así como el haber vivido situaciones complejas laborales durante su vida profesional, que le permitirán ser útil cuando la empresa esté pasando por algún momento difícil, son otros aspectos que hay que valorar cuando se contrate a una persona mayor de 45 años.

Estoril Open: Set, Game, Match

Millennium Estoril Open 2015

23.04.2015
O Clube de Ténis do Estoril sofreu a maior renovação de uma longa vida para receber o mais importante torneio de ténis em Portugal: o Millennium Estoril Open. Tenistas, adeptos e público em geral vão ter à disposição vastas áreas para assistir aos jogos, comer uma refeição, tomar um cocktail e até tentar a sorte em passatempos diversos, por exemplo, numa mítica roleta do casino, onde os apostadores podem ganhar aliciantes prémios não monetários.
Um fun center para os mais novos, uma zona de merchandising com 18 stands, área de lazer e um restaurante com vista para o court principal são alguns dos espaços interiores destinados a público e convidados que podem disfrutar de uma privilegiada luz natural enquadrada por relva artificial, plantas e até árvores verdadeiras aproveitadas dos terrenos do clube.
Os tenistas, por sua vez, contam com uma área exclusiva que inclui um lounge interior e outro exterior, uma mesa de snooker, playstations, televisão e uma zona de refeições onde será servido um catering adequado a atletas de alta competição. Os quatro campos de terra batida à disposição dos jogadores para treino são outra das muitas novidades que dotam o Clube de Ténis do Estoril de condições únicas para responder às exigentes condições do ATP World Tour 250. 
O court principal tem capacidade para 3.600 lugares, dispostos em forma de 'L', nos quais se incluem 75 camarotes. João Zilhão, diretor do Millennium Estoril Open, realçou, numa visita ao Clube de Ténis poucas antes do evento, que “tivemos de encontrar neste clube, alterando muita coisa, uma solução, que não era evidente, para o torneio acontecer. Foram precisas muitas obras, tanto no clube, como nos espaços envolventes. Os campos não tinham as dimensões certas, os postes de iluminação estavam longe dos ‘courts’ e não eram suficientes”. Obras que contaram com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, que ” fez um investimento enorme para beneficiar as infraestruturas ao nível de pavimentos, entradas, pinturas e arranjos paisagísticos muito importantes para requalificar esta zona e o Clube de Ténis do Estoril, que já estava a sentir a sua idade”, concluiu o diretor da prova.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

OK!!

Foto de I speak sarcasm as a 2nd language.

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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Estatísticas

Números para perder (ou não) o medo de voar

Em que ponto do voo ocorre a maioria dos acidentes, a probabilidade de morrer num desastre de avião versus ataque cardíaco, a responsabilidade do piloto. Vários números para perceber o drama dos acidentes aéreos

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Ler mais: http://visao.sapo.pt/numeros-para-perder-ou-nao-o-medo-de-voar=f815334#ixzz3W4IQo721

quinta-feira, 26 de março de 2015

Angola - Huambo. Ao cuidado dos meninos de Cascais que reclamam quando vão para a escola nos carros dos papás!

Os alunos das escolas do interior de Angola têm que acordar muito cedo, caminhar muitos kilómetros e além da mochila dos livros, carregam o banco para se sentarem na sala de aula. Esta é uma lição que os alunos de Cascais devem aprender de forma a valorizarem o "way of life" ocidental. Vale a pena pensar nisto.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Conversas no Estoril sobre Africa 2 - Angola


 

 Mais uma edição de " Conversas no Estoril sobre África". Este edição foi dedicada a Angola e contou com a presença da conhecida apresentadora da RTP Margarida Mercês de Mello e do sr. Padre Paulino, de Cabinda e da paróquia de Cascais.  O evento foi organizado pelo Professor Pedro Leão, professor de Agronomia, que nos brindou com um fantástico almoço africano e por Luis Carvalho, da Gustavo Cudell Outdoor, com os fantásticos vinhos e bebidas. Foram debatidos os temas actuais da vida empresarial em Angola à luz dos últimos desenvolvimentos macroeconómicos. Todos os participantes demonstram a sua paixão por Angola e pelo continente africano. Os participantes foram os seguintes:

Margarida Mercês de Mello - apresentadora da RTP
Sr. Padre Paulino - da Paróquia de Cascais
Professor Pedro Leão - Instituto Superior de Agronomia
Professor José Filipe Rafael - Diretor-Geral para África da Universidade Católica
Nelson Reprezas - Diretor de Exportação da empresa Genyen ( agroquímicos,sementes..)
José Vasconcelos - Senior Partner e fundador da BTEN Business Talent
Miguel - NovaRelva
Luis Carvalho - Diretor de Exportação da Gustavo Cudell Outdoor
Vitor Correia de Azevedo - Export Manager da Helitene schlauch technologie
Leonor Correia de Azevedo
Miguel Correia de Azevedo

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cascais está presente no desenvolvimento de Angola através da AgroGes

Angola - Waco Kungo

Cascais está presente em Angola através da AgroGes. Na foto, José  Manuel Freitas ( Durangol, empresa angolana do grupo Durit, grupo ao qual pertence a Helitene) conversa com os responsáveis da AgroGes ( conhecida empresa de projectos de Cascais, cujos responsáveis são o Engº Sevinate Pinto e o Professor Avillez). O Engº Manuel de Medeiros ( Director ), Engº Escudeiro ( residente em Angola, no Waco Kungo. Responsável pela implementação de diversos projectos de desenvolvimento agrícola, em especial na área da rega) e o Engº Miguel Vieira Lopes ( especialista e consultor)
A agricultura está a ter um grande desenvolvimento havendo um grande investimento na rega. A Helitene está presente com os seus sistemas de rega por aspersão, gota a gota, filtragem e adubação. É de registar um bom entendimento entre as diversas empresas e organismos presentes em Angola tendo em vista a concretização dos projectos em curso.  As dificuldades financeiras das empresas de construção estão a desviar a atenção para a agricultura. A Helitene e a AgroGes estão no terreno para aproveitar esta conjuntura. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

José Antonio Gurriarán: Un amigo de Cascais.

Entrevistas con ex Presidentes del CIP

 
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    José Antonio Gurriarán con José Soares
    Periodista y escritor, José Antonio Gurriarán fue presidente del Club Internacional de Prensa entre los años 2007 y 2008. Con él continuamos una serie de entrevistas a ex presidentes del CIP, para repasar con ellos algunos aspectos de su vida profesional y analizar la profesión periodística, el papel de los corresponsales en la actualidad, los nuevos canales de comunicación, etc.
    .- Toda una vida dedicada la información, desde sus inicios en la agencia Hispania Press hasta la última corresponsalía en Bruselas. ¿En qué momento considera que está la profesión? ¿Están los profesionales del periodismo viviendo el peor momento de la historia?
    Estamos seriamente afectados por cuatro dolencias graves: la crisis económica con sus secuelas de descapitalización de las empresas periodísticas y el desempleo, la tardía respuesta de los medios a los nuevos caminos que abrió Internet, el insaciable control del poder de informar por determinados políticos inseguros de sí mismos y la berlusconización o banalización de la información por falsos periodistas aficionados al griterío. De todos modos no pienso que sea el peor momento de la historia: los hemos mucho peores, sin ir más lejos los cuarenta años de la Dictadura franquista.
    .- Desde noviembre de 2008 más de 10.000 periodistas han perdido sus puestos de trabajo en España y 70 medios de comunicación han cerrado. ¿Sólo por la crisis? ¿Estaba el sector de los medios sobredimensionado?
    Posiblemente sí estaba sobredimensionado, pero no creo que lo estuviera más que el sector inmobiliario, la banca, las consejerías de algunas autonomías o la Conferencia Episcopal.
    .- Usted fue el último director del diario Pueblo. ¿Cómo aquel cierre? 
    Muy duro para todos los que trabajábamos allí y nos preguntábamos porqué podía haber televisiones y radios públicas y no periódicos, cuando lo fundamental no es el soporte del medio, sino el mensaje que se transmite por él.
    .-Ha ocupado cargos directivos en TVE y RTVA. ¿Cuál es el su juicio el papel que deben desempeñar las televisiones públicas?
    Además de la información diaria, cubrir espacios institucionales, de cultura, educación, solidaridad y libertad, que, por no ser rentables económicamente o porque no les gustan, le prestan escasa atención las privadas.
    -Hay mercado publicitario y justificación para que exista una televisión pública en cada comunidad autónoma?
    Justificación en la España descentralizada y solidaria de las autonomías, creo que si la hay; mercado ahora, no parece haberlo para nadie. Si quieren subsistir tendrán que ajustar las cuentas a la realidad económica, olvidarse de obras faraónicas y mejorar la productividad como cada quisque.
    -¿En España son posibles los medios públicos independientes y no de partido?
    ¿Por qué no? Pueden serlo tanto o más que los privados que  se mueven por intereses crematísticos.


    .- En la RTVA puso a presentar un informativo a una persona invidente, Nuria del Saz. Dice usted que el algo de lo que se siente especialmente orgulloso…
    Así es, el atentado que sufrí me dejó secuelas físicas importantes y me dotó de una especial sensibilidad en el tema de las minusvalías. Nuria era una joven con necesidad de comunicarse con los demás e intuición periodística, dispuesta a superar los límites de la ceguera. Su abuelo le instaló una pequeña emisora en su casa de Sevilla, se la quisieron cerrar, batalló, la seguí, me reuní con ella y le pregunté si sería capaz de presentar el informativo del Segundo Canal, del que yo era director. Respondió que sí con seguridad y me fui con ella a la ONCE por si precisaba alguna ayuda técnica. No fue necesario: inventó una especie de Morse y se entendía con el control y “veía” las  imágenes de maravilla…Entonces era la única invidente que presentaba un telediario en el mundo y vinieron a entrevistarla de muchos países, desde Estados Unidos a Japón. Un gran ejemplo.
    .- Dejó los despachos para volver a ocupar una corresponsalía. ¿Aburrido? ¿Decepcionado? ¿Presionado?
    Los periodistas tenemos una vocación múltiple, que enriquece nuestras experiencias. Nos gusta cambiar de temas, ambiente, país, empresa y hasta nos gustaría cambiar de profesión. Al menos eso me ha sucedido a mí, he querido ser músico, médico, escritor, agricultor…
    -Ha sido usted corresponsal durante muchos años. Ahora, la crisis económica ha hecho que medios de todo el mundo prescindan de sus corresponsales  ¿Hay futuro para las corresponsalías? ¿Sobrevivirán solo en los medios públicos?
    Tanto en los medios públicos como en los privados siempre interesara el buen corresponsal que, por su forma de contar, capacidad de documentarse y conocimientos simplifica y personaliza información.
    .- Aunque no fue un atentado dirigido contra usted, ha sido víctima directa del terrorismo. En los últimos meses hemos visto, casi en directo, asesinar y secuestrar periodistas.  La seguridad de los profesionales de la información es otro de los motivos para plantearse si seguir o no informando sobre el terreno. ¿Cuándo hay que dejarlo?
    Siempre se ha dicho y he sabido que el periodismo es una  profesión con riesgos, en ocasiones  graves, pero el mayor riesgo es no hacer nada. ¿Cuándo hay que dejarlo? Si fuera posible nunca.
    .- ¿Qué le parece el papel que desempeñan las redes sociales en el periodismo actual? Cualquier persona, en cualquier parte del mundo, puede dar una primicia o hacer una foto de repercusión mundial…
    Estoy casado con una periodista mucho más joven que yo, con gran sensibilidad y facilidad para las nuevas tecnologías de la información, que me transmitió su interés por el tema y, aunque llegué tarde y era reacio al principio, llegué a tiempo para olvidarme del papel y de la máquina de escribir,  navegar y enriquecerme con ese mundo nuevo.
    .- La investigación del asesinato de JFK ocupa un lugar destacado de su biografía profesional. ¿Imagina esas calles de Dallas llenas de gente pero esta vez con teléfonos móviles grabando y haciendo fotografías?
    De 1964 a hoy cambió todo mucho, los medios para captar y transmitir la noticia y las calles y ciudadanos de Dallas, pero no olvidemos a aquel Zapruder que estaba allí y con una Super 8 de aficionado filmó en directo el asesinato del presidente americano y dejó al mundo el gran documento del magnicidio.
    .- ¿Es usted usuario de redes sociales? ¿Por qué?
    Todos los días les dedico cuatro  o cinco horas. ¿Por qué? Para informarme y alimentarme profesional e intelectualmente. Ya que no puedo evitar el envejecimiento físico trato, al menos, de detener el mental.
    .- Ha conocido y entrevistado a algunos de los más importantes personajes nacionales e internacionales de nuestra historia reciente.  ¿Quién y por qué le ha impresionado más?
    Severo Ochoa por la sencillez, Azorín por el lenguaje, Cela por el desparpajo, Sara Montiel por su belleza, Felipe González por su idea de España, Salvador Allende por su fuerza moral, Amalia Rodrigues por su humildad, Salvador Dalí por su locura creadora, Juan Carlos I por el valor de abdicar a tiempo.
    .- Usted hizo la primera entrevista al príncipe Felipe de Borbón cuando éste estudiaba en Canadá. ¿Si pudiera entrevistarle ahora como Rey, cuál sería la primera pregunta que le haría?
    Le preguntaría si pensó algún día hacer lo que hizo su pariente, Eduardo VIII de Inglaterra, que dejó el trono por el amor de una mujer, si cambiaría La Zarzuela por el amor de Letizia.

    terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

    Vale a pena ouvir Jorge Fonseca

    Êxito na procura de um novo desafio profissional – a opinião de Jorge Fonseca

    Jorge Fonseca - Executive Search & Career Coach Consultant at
EMA PARTNERS Portugal
    Jorge Fonseca - Executive Search & Career Coach Consultant at EMA PARTNERS Portugal

    sábado, 7 de fevereiro de 2015

    Frio? Qual frio? Quem ficou em casa é que ficou a perder

     

    por Lusa/S.F.HojeComentar
    Foto de arquivo
    Foto de arquivo Fotografia © Bruno Castanheira / Global Imagens
    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera tinha alertado para as baixas temperaturas que se iam fazer sentir até amanhã às 11h00. Mas, no paredão da praia de Cascais, ninguém se queixa.
    "Quem está em casa, está a perder muito", o aviso é de Bruno Moreira, que de calções e camisola de cavas parou de patinar, no paredão da praia da Carcavelos, em Cascais, para garantir não sentir a prevista vaga de frio.
    Quando chegou à praia, às 09h00, "o tempo ainda estava frio", mas a meio da manhã, com o sol a brilhar, o casaco já estava despido e guardado até porque "com desporto é mais fácil ter o corpo quentinho".
    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prolongou até às 11h00 de domingo o aviso amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, emitido para os 18 distritos de Portugal continental devido ao tempo frio. Previa-se até a possibilidade de nevar na Serra de Monchique, no Algarve. No entanto, o sol na região de Lisboa escondeu o frio.
    "As temperaturas baixas não são preocupantes para nós. Desde que haja sol, há sempre gente na praia", garante Inês, jovem empregada numa das esplanadas do paredão, que, pela sua experiência, nota que o negócio melhora nos dias solarengos de inverno porque as pessoas trocam o areal e o mar pela esplanada.
    Ainda a pingar água salgada, o surfista João Lopes nota que a temperatura do mar está "mais quentinha do que fora" e admite que o mais difícil é aquecer, mas que isso se resolve a "correr muito, nadar muito e mexer muito".

    sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

    Alexandra Borges chama a atenção do país para os problemas "realmente" importantes. Que forma tão " estranha" de governar!! Não há dinheiro para curar doentes com Hepatite C mas já há dinheiro para "salvar um Ministro".

     

     

    Repórter TVI: doentes de hepatite C em risco por falta de dinheiro

    14/01/2015 - 09:27

    O Repórter TVI desta terça-feira mostrou a situação delicada de alguns doentes de hepatite C. Uma reportagem de Alexandra Borges.

    Há doentes de hepatite C em risco de vida que não estão a receber tratamento porque os hospitais não têm dinheiro para comprar o medicamento inovador que os pode curar. O Governo lançou linha de 100 milhões de euros para medicamentos, mas a verba ainda não está disponível.

    O Infarmed deu luz verde para que 71 doentes fossem urgentemente tratados mas apenas 35 já estão a tomar os comprimidos.

    Os restantes, apesar de autorizados, continuam em risco de vida e a piorar da doença a cada dia que passa.

    A TVI sabe que há mesmo doentes que correm o risco de perder parte do tratamento da hepatite C oferecido porque os hospitais não têm verba para comprar o medicamento Sofosbuvir que custa 48 mil euros.

     

    Do you love wine? come to Portugal

    5 of the best luxury wine hotels in Europe


     


    Sleeping in a winery is a great experience. You discover yourself opening a window and enjoying a landscape of vineyards on the horizon… a good awakening for the senses! Many years ago, many wineries decided to build small hotels. The main reason, in most cases, was to be able to accommodate special guests of the winery: wine importers from other countries, distributors of their wines or restaurants that buy large quantities of wine could enjoy this service of exceptional accommodation at the winery premises.
    This may have been a first eye opener and many of these wineries realized the potential to fill those rooms throughout the year when they were not being utilized. But in doing so many issues could arise, particularly connected with the complexity of hotel management. Wineries are not hotel management companies, but wine producers.
    Depending on their investment capacity there are wineries that have opted for small luxury hotels, or others that may have opted for charming but simpler bed & breakfast accommodation. In this post we will focus on some of the most luxurious wine hotels in Europe. We have chosen two hotels in Spain, and three other impressive hotels from Portugal, France and Italy. The common denominator of all these hotels, beyond the fact that they are 5 stars hotels is the beauty of their architecture and the surrounding landscapes.
    Hotel Mastinell, Penedès, Barcelona, Spain
    This is a beautiful hotel in the area of Penedes. What catches the attention about this hotel is its fascinating design. The architects have ensured that the building itself illustrates the world of cava production. Each window at the hotel is similar to the storing areas used at the cellar.
    Hotel Mastinell
    The hotel is surrounded by vineyards and just a few miles from the village of Sant Sadurni Ainhoa. The same care used for the hotel has been put into the design of the hotel’s restaurant.
    L’And Vineyards, Alentejo, Portugal
    This modern 5-star hotel has received numerous architecture awards . The hotel premises include a winery, a hotel with 22 suite rooms , a spa centre, and a beautiful pool and gardens full of vines. The views from the pool are spectacular. The spa area is managed by Caudalie (as it is also the case of Marqués de Riscal in Rioja and at Hotel Le Sources de Caudalie in France which also appears in this list).
    L'And Vineyards
    The winery offers visitors a wide range of high quality experiences. With these experiences the winery aims at dive its customers into wine culture. Other interesting proposals include balloon rides from which to enjoy the landscapes of Alentejo region.
    Les Sources de Caudalie, Bordeaux. France
    This hotel is part of the business project of a couple who did not come from the world of wine, but from advertising. After purchasing the famous winery Chateau Smith Haut Lafite and its vineyard, the couple decided to build a spa hotel. To do this they took advantage of the poorer quality vineyards and which did also have a water spring.
    Les Sources
    Caudalie is now a famous brand of aesthetic products and also a brand for wine themed oenological spas. The hotel focuses its proposal on the spa and its treatments and on a fantastic gastronomic offer that range 2 quality restaurants, one with Michelin award and a cooking school.
    Hotel le Fontanelle, Tuscany, Italy
    This 5 star hotel is located in the proximities of Siena. The best proposal of this hotel is definitely the unique setting in which it is located. The views of the Tuscan countryside offered from the top of its location are breathtaking. A lovely decoration and a rural regional style provide the spaces with great personality and comfort.
    Hotel le Fontanelle
    In this case the hotel does not have a winery on site, but vineyards surround the resort. Swimming in the indoor or outdoor pool is an exceptional experience: the views are those of beautiful Tuscan countryside.
    LeDomaine, Ribera del Duero, Spain
    In this case the hotel we introduce is also a 5 star hotel. It also holds a Michelin starred restaurant . The hotel is nestled in a bend of the Duero near Valladolid, in the premises of what was an ancient monastery. The project began as a winery (Abadia Retuerta) and expanded to include a restaurant and a hotel some years ago. The thickness of the rooms´walls is a metaphor of the philosophy of the hotel: tranquility and anonymity to the host.
    L'Domaine, Ribera del Duero, Spain
    The hotel is currently working on the expansion of its facilities to offer a spa center. The main focus of the activities proposed include wine tours by Ribera del Duero, but also activities such as helicopter flight over the vineyards, balloon rides or even medieval falconry.
    In order to highlight the differences between the philosophies of different projects, we want to add a sixth hotel to the list. This is a well-known hotel in Rioja designed by Frank Gehry and which, before becoming a hotel, was meant to host the headquarters of wineries Marqués de Riscal. Its avant-garde architecture and curved shapes contrast with the sobriety of the Monastery of the Ribera del Duero hotel.
    Hotel Marques Riscal
    Many more hotels are located among vineyards in these countries, but in this post we have tried to be limited to 5 star among vineyards and which offer a very a particular vision of luxury in their facilities. All these hotels, despite their very different philosophies, aim at a common goal: to delight travelers with fantastic landscapes, wines and gastronomy.