Alsace et Bastille
Alsace & Bastille - Conseil en Stratégie. Paris, Estoril
-Consultancy in Real Estate, Celebrity aviation, railway business, Consultancy in Export Strategy; E-mail: vitorpissarro.alsacebastille@Yahoo.fr or to Twitter adress Vitor Pissarro @VitorPissarro
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Após eleições, voltamos ao dia a dia....

Tenha atenção aos seus hábitos e não seja um modelo de mau comportamento para o seu filho. Porque ele tenderá a seguir o seu exemplo.
Ele amua. grita. mente. não quer ouvir. Há certas fases da vida que são difíceis, não é verdade?
O pior é que não estamos a falar do comportamento de crianças, mas sim de reações muito comuns por parte dos pais. Porque educar nem sempre é fácil e porque todas as crianças (e também todos os pais) são diferentes, Paulo Oom, pediatra e autor do livro «Não te volto a dizer!», lançado em 2011, guiou-nos na direção certa para que os pais saibam como dar o exemplo. Um bom exemplo.
Efeito espelho
Em primeiro lugar, pedimos-lhe que leia, mais à frente, a listagem dos 12 maus exemplos mais comuns que os pais dão aos filhos. Agora sim, podemos começar. A partir dos dois anos, as crianças são influenciadas pelos comportamentos dos progenitores e, de acordo com Paulo Oom, «elas utilizam os pais como modelo preferencial de comportamento. Mais do que qualquer conversa, é aquilo que os pais fazem que serve de exemplo aos filhos».
«De nada serve dizer não mintas, se depois as crianças veem o pai ou a mãe a mentir, mesmo que por coisas aparentemente inocentes», realça. É também provável que, no futuro, essas crianças venham a reproduzir, enquanto pais, esses comportamentos já que «cada um educa os seus filhos de forma muito própria mas existe uma tendência familiar bastante marcada», explica.
Atacar não é ajudar
Existem outras atitudes que os pais têm que não são benéficas para os mais pequenos. Uma das mais frequentes consiste nos ataques ao carácter da criança. Frases como «és um mentiroso», «és burro» ou, ainda, não «me venhas dizer que não és capaz», sublinha o especialista.
Em caso de dificuldade, a criança deve ser ajudada e não castigada. «Aproveitar para deitar abaixo a sua autoestima apenas agrava as coisas», enfatiza. A criança que mentiu «não disse a verdade» e não «é uma mentirosa». «Uma coisa é atacar a situação, outra é atacar a personalidade da criança», alerta o pediatra.
Gerir as emoções
Quando gritar, discutir ou bater se tornam rotina na família, talvez seja difícil perceber que há alternativas.
Como afirma Paulo Oom, «saber ouvir, saber falar e saber agir são os três pilares da comunicação em família.
Gritar apenas leva a mais gritos e ao ciclo «gritar, bater, gritar», que nunca acaba bem.
Muitas vezes, os pais devem reconhecer que não estão a conseguir controlar as suas emoções e sair de cena por uns minutos, acalmando e analisando o que está a correr mal. «Depois, com mais calma, podem retomar a conversa interrompida com a criança», sugere ainda o especialista.
Maus hábitos e saúde
«Pais saudáveis tendem a ter filhos saudáveis. E pais com hábitos incorretos têm filhos com os mesmos hábitos», refere o pediatra. Corroborando esta afirmação, um estudo recente verificou que as crianças e adolescentes tendem a comer cinco porções diárias de fruta e de vegetais se os pais o fizerem também. Pelo contrário, se os pais são adeptos de fast food, os filhos também o são.
No que respeita ao consumo regular de bebidas alcoólicas, o conceito é o mesmo. Uma pesquisa levada a cabo pela ChildWise constatou que 70 por cento das crianças cujos pais ingeriam bebidas alcoólicas no dia a dia afirmava que iriam também ingeri-las no futuro. Trinta por cento das crianças dizia sentir-se assustada quando os pais bebiam e terem medo das discussões que costumavam ocorrer nessas alturas.
Sedentarismo e tabagismo
Vários estudos científicos demonstraram que crianças cujos pais não praticam atividade física têm grande probabilidade de virem a ter um estilo de vida sedentário. Uma outra investigação, levada a cabo na Dartmouth Medical College, no New Hampshire, apurou que crianças com dois anos cujos pais fumam já são influenciadas por esse hábito.
Através de uma brincadeira em que os investigadores pediram a crianças entre os dois e os seis anos que levassem um boneco a fazer compras numa espécie de loja com 73 produtos variados, foi constatado que as crianças cujos pais fumavam eram quatro vezes mais propensas a comprar um «maço de tabaco».
Corrigir os maus exemplos
Modificar comportamentos deseducativos exige, da parte dos pais, e conforme salienta Paulo Oom, «muita informação, educação e força de vontade».
Mas uma coisa é certa. Se os pais não modificarem os seus comportamentos, dificilmente vão conseguir modificar os dos seus filhos.
«De nada serve uma criança levar para casa um programa alimentar indicado pelo médico se apenas ela o vai cumprir», alerta. E como é que podemos aprender a ser melhores pais? A pergunta não fica sem resposta.
«Ninguém nasce ensinado. Ler livros sobre educação e disciplina ajuda. O tempo e o bom senso deverão fazer o resto. Em muitas situações, a opinião do pediatra que segue a criança pode ser fundamental, nem que seja para os pais se sentirem mais tranquilos», aconselha Paulo Oom.
Top 12 de maus exempos
Os comportamentos mais comuns qe os pais têm diante dos filhos. A ordem é aleatória:
1. Não saberem ouvir.
2. Não saberem falar (gritarem e/ou utilizarem linguagem inadequada).
3. Mentirem.
4. Baterem como forma de exercerem a disciplina, por rotina.
5. Fazerem refeições pouco saudáveis.
6. Fumarem.
7. Ingerirem bebidas alcoólicas regularmente.
8. Ameaçaram constantemente (e/ou depois não cumprirem a ameaça).
9. Não elogiarem os filhos ou elogiarem-nos por tudo e por nada.
10. Verem demasiada televisão e não organizarem programas familiares alternativos.
11. Fazerem chantagem.
12. Amuarem.
Texto: Teresa D'Ornellas com Paulo Oom (pediatra)
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Em dia de reflexão eleitoral....
Vejam o Miguel Correia de Azevedo com Passos Coelho e a equipa da Concelhia da JSD, na apresentação dos candidatos por Lisboa.. Muito bom.....A JSD Concelhia de Lisboa com o nosso Primeiro Ministro e Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, e com o Vice Presidente do PSD, Marco António Costa. Portugal à Frente!
Cristina Pissarro - "... quando eu tinha 15 anos, o meu pai faleceu com um tumor cerebral ..."

DA FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD PARA O CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO

Chama-se Cristina Pissarro, tem 32 anos é a coordenadora do Hospital de Dia de Oncologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo. De sorriso franco e aberto veio da Fundação Champalimaud para, com sentido de missão, “poder acompanhar os doentes nas diferentes fases” de uma doença que, de tão cruel, obriga a um acompanhamento mais humanizado. Foi a vertente humana da oncologia que a fezMUDAR DE VIDA
: de Lisboa para Torres Novas.
: de Lisboa para Torres Novas.
Mas vamos ao princípio… “A escolha da medicina, e em específico da especialidade de oncologia tem a ver com um aspeto muito pessoal, quando eu tinha 15 anos, o meu pai faleceu com um tumor cerebral e nessa altura estive bastante envolvida no acompanhamento ao meu pai”, conta Cristina Pissarro.
Posteriormente, quando foi altura de escolher a especialidade essa experiencia pessoal fê-la ir à procura de como seria oTRABALHO
numa área tão difícil: “como estava consciente de que era uma área bastante delicada e difícil, não só para os doentes mas também para os profissionais envolvidos, fiz um estágio voluntário no IPO de Coimbra, durante cerca de dois meses, e fiquei fascinada com o contacto humano que se estabelecia com os doentes oncológicos e decidi abraçar a oncologia como uma missão”.
numa área tão difícil: “como estava consciente de que era uma área bastante delicada e difícil, não só para os doentes mas também para os profissionais envolvidos, fiz um estágio voluntário no IPO de Coimbra, durante cerca de dois meses, e fiquei fascinada com o contacto humano que se estabelecia com os doentes oncológicos e decidi abraçar a oncologia como uma missão”.
E é esse sentido de missão e a ligação privilegiada aos doentes que a trazem para o Centro Hospitalar do Médio Tejo.
“Estabelece-se uma ligação humana com os doentes que é completamente diferente de qualquer outra especialidade. Os doentes acabam por ser a nossa família e nós acabamos por ser um familiar deles. Emocionalmente é muito desgastante e acabamos por viver não só as vitórias dos doentes mas também os momentos mais tristes, mas do ponto de vista humano é uma área muito bonita.”
“Os doentes procuram a cura mas o que eles realmente precisam é de alguém que os acompanhe durante o percurso da doença. Podem ser poucos os doentes que eu consigo curar, mas se calhar quase todos consigo ajudar, ao acompanhar no percurso da doença”, refere Cristina Pissarro.
Da Fundação Champalimaud para o Médio Tejo


O convite para a Fundação Champalimaud surgiu devido ao seu currículo na área dos cuidados paliativos, onde trabalhou no Canadá. “Por não existirem muitos profissionais com formação avançada na área dos cuidados paliativos em Portugal, acabaram por me fazer esse convite, não só como oncologista mas por associar também esta vertente dos cuidados paliativos”.
TRABALHAR
na Fundação Champalimaud foi um “privilégio e uma honra. Foi um grande desafio. Contudo, ao fim de seis, sete meses, comecei a aperceber-me que oTRABALHO
clínico que desenvolvia na Fundação, não estava bem adequado ao meu perfil de médica, ao trabalho que eu achava que seria gratificante em termos pessoais”.
na Fundação Champalimaud foi um “privilégio e uma honra. Foi um grande desafio. Contudo, ao fim de seis, sete meses, comecei a aperceber-me que oTRABALHO
clínico que desenvolvia na Fundação, não estava bem adequado ao meu perfil de médica, ao trabalho que eu achava que seria gratificante em termos pessoais”.
Apesar de a Fundação ter um departamento de ciência básica e de investigação bastante desenvolvidas, na área sobretudo da oncologia e das neurociências, a parte clínica era diferente da que estava habituada no IPO de Coimbra.
“Por ser uma instituição que recebe muitas consultas de segunda opinião, 80% do meu trabalho na Fundação como oncologista era um trabalho de emissão de 2ª opinião, ou seja eu acabava por não tratar doentes, por não acompanhar os doentes. Não tinha o feedback de um tratamento e isso acabou por ser pouco frustrante, desse ponto de vista”.
Cristina Pissarro queria ”estar no terreno e ser uma oncologista que aplica os seus tratamentos, faz a abordagem da doença desde o início e acompanha o doente ao longo das várias fases”.
E foi este o motivo que a fez aceitar o convite para o Centro Hospitalar do Médio Tejo. “Aceitei o convite da diretora Clínica do Centro Hospitalar do Médio Tejo que me lançou o desafio de organizar e estruturar praticamente de raiz o serviço de oncologia deste hospital que estava com dificuldades de recursos humanos e organização estrutural”.
Os receios iniciais e as diferenças entre o IPO e a Fundação e a sua nova casa, o CHMT, não a impediram de dizer sim. “Tive muito medo, porque estava consciente que o Centro Hospitalar seria diferente da Fundação e do IPO, não teria os mesmos recursos e tive bastante medo de vir para cá, de não ter condições e sentir-me limitada, mas acabei por aceitar o desafio e aqui estou.”
“E está a correr muito bem.”
Cristina Pissarro diz estar “muito satisfeita e muito realizada”, pois coloca ao serviço dos doentes do Centro Hospitalar do Médio Tejo “todos os conhecimentos e contactos que fui desenvolvendo no IPO e na Fundação”.
Para além de que é uma mais valia permitir que estes doentes fiquem próximos de suas casas, possam fazer os tratamentos e ter o acompanhamento, quer em termos de controlo da dor ou quaisquer complicações que surjam decorrentes da sua doença, sem terem de se deslocar para fora da sua área de residência.
“É bastante gratificante porque isso veio trazer mais qualidade de vida aos doentes, porque a maior parte dos doentes acabavam por ir para Coimbra ou Lisboa e são distâncias muito grandes para doentes que estão fragilizados”, afirma a coordenadora do Hospital de Dia de Oncologia.
“Sinto que estou a fazer um bom trabalho com os nossos doentes, apesar de ninguém ser bom juiz em causa própria, sinto o reconhecimento por parte deles, da equipa e dos outros colegas aqui do Hospital”.
O Hospital de Dia de Oncologia saiu reforçado com esta contratação até porque é completamente diferente “estar um médico a tempo inteiro no serviço, como está atualmente”.


Novo projeto – Sessões Clínicas de Oncologia
O projeto está neste momento em desenvolvimento e irá entrar em vigor, numa fase experimental já em outubro, em articulação com o serviço de cirurgia.
Trata-se de sessões de debate subordinadas a diversos temas da oncologia que se dirigem sobretudo a médicos de diversas áreas de especialidade do CHMT mas onde também são convidados a participar enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais que tenham interesse nos cuidados prestados ao doente oncológico.
O objetivo é promover a sensibilização dos diversos profissionais para a oncologia, atualizar as práticas médicas nesta área com base em ‘guidelines’ oncológicas internacionais e nacionais, promover a implementação de protocolos de atuação que melhorem os cuidados ao doente oncológico no CHMT e promover o debate, o diálogo, o esclarecimento das dúvidas mais frequentes no dia-a-dia no que concerne a esta área, estimulando oTRABALHO
em equipa multidisciplinar e interprofissional.
em equipa multidisciplinar e interprofissional.
Depois da fase experimental, em articulação com a cirurgia, pretende-se alargar estas sessões a outras especialidades.
De Lisboa para Torres Novas
“Onde nós nos sentimos bem é a nossa casa. Como me sinto feliz com o trabalho que estou a fazer, sinto-me realizada, sinto-me bem também aqui. Gosto bastante de viver aqui nesta região, é uma zona muito bonita. Em termos familiares e de amigos eu obrigo os meus amigos a virem cá visitar-me, organizamos visitas guiadas a esta região e fazemos passeios para conhecermos o Médio Tejo.” Cristina Pissarro – Coordenadora do Hospital de Dia de Oncologia, do CHMT.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
10 razões que fazem de Portugal o destino querido da Europa, segundo o New York Post

O site norte-americano New York Post (NYP) faz uma lista de 10 motivos para visitar Portugal, razões essas que explicam por que o país é hoje o destino mais querido na Europa. Os americanos começam porDESTACAR
a região Centro, explicando que por aqui existem pérolas escondidas que passam muitas vezes ao lado dos turistas que privilegiam o Alentejo e o Algarve.
a região Centro, explicando que por aqui existem pérolas escondidas que passam muitas vezes ao lado dos turistas que privilegiam o Alentejo e o Algarve.
“A área entre Lisboa e Porto que se estende desde o litoral à fronteira com Espanha é repleta de História, paisagens deslumbrantes, comida e vinho fenomenal e uma vida vivida numa paz tranquila”, escreve o site. De seguida, elege 10 razões para visitar o país com ênfase no Centro.
1 – Luxo acessível
As cidades de litoral e de montanha do Centro têm muitos luxos escondidos, escreve o NYP. Como exemplo, sugere o Areias do Seixo, a apenas uma hora de Lisboa: um hotel ecológico na Praia de Santa Cruz, com quartos de luxo e um restaurante de topo. Já na aldeia de Marivel, mais a Norte, destaca o ‘Casas do Côro’, um hotel vinhateiro de luxo cheio de detsalhes românticos.
2 – Tempo de martelar!
Escreve o NYP que não se pode perder as festas de São João no Porto a 23 de Junho com milhares de pessoas a martelarem as cabeças de quem passa, o seu figo de artifício, balões coloridos e sardinhas assadas.
3 – Almoços (e sobremesas) líquidos
O jornal afirma que os portugueses sabemAPROVEITAR
o álcool como ninguém e que o nosso povo tem uma “cultura da bebida e não a cultura do bêbedo”. O NYP recomenda o consumo de Vinho Verde, de um shot de Ginja num copo de chocolate.
o álcool como ninguém e que o nosso povo tem uma “cultura da bebida e não a cultura do bêbedo”. O NYP recomenda o consumo de Vinho Verde, de um shot de Ginja num copo de chocolate.
4 – A rivalidade “agridoce” entre Lisboa e Porto
O NYP elogia a nossa gastronomia e faz referência aos diferentes doces e petiscos que se podemENCONTRAR
no país, principalmente nas duas principais cidades – Lisboa e Porto. “Lisboa é conhecida pelos seus doces – pode encontrar as suas tartes típicas, os pastéis de nata, em todo o lado, mas os mais conhecidos são os Pastéis de Belém (…) O Porto, por outro lado, está cheio de tripeiros – os que consomem tripas – e de francesinhas, o seu prato mais popular (…)”. Para além de fazer referência ao bacalhau, o jornalista aconselha ainda o consumo de lulas.
no país, principalmente nas duas principais cidades – Lisboa e Porto. “Lisboa é conhecida pelos seus doces – pode encontrar as suas tartes típicas, os pastéis de nata, em todo o lado, mas os mais conhecidos são os Pastéis de Belém (…) O Porto, por outro lado, está cheio de tripeiros – os que consomem tripas – e de francesinhas, o seu prato mais popular (…)”. Para além de fazer referência ao bacalhau, o jornalista aconselha ainda o consumo de lulas.
5 – Tem os castelos mais coloridos de todos
O jornal destaca a beleza de um dos nossos monumentos mais conhecidos - o Palácio da Pena, em Sintra. “[O rei Fernando II] transformou-o num excelente exemplo do romantismo português: fachadas cor-de-rosa, douradas e cinzentas, azulejos com influências mouras, colunas de pedra cuidadosamente esculpidas, a fazer lembrar um recife de coral, e um tritão de pedra a receber os visitantes no jardim”, descreve a publicação.
6 – O pão
“Dá para perceber muita coisa sobre a gastronomia de um país pelo cesto de pão que nos é servido num restaurante e em Portugal, cada peça que provámos antes de uma refeição era do melhor”, escreve o jornalista. O NYP refere o empenho com que os portugueses cozinham o seu pão e aconselham os seus leitores a provarem todos. Ah, e a comê-lo depois de o molhar num pouco de azeiteLOCAL
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7 – As praias
O NYP faz referência a um local em particular – a Comporta. “É onde as pessoas mais mediáticas e ‘fashions’ vão, bem como surfistas”, descreve o jornal, dizendo que é o local onde “não há nada para fazer a não ser estar”.
8 – Tem uma das cidades universitárias mais antigas do mundo
O NYP compara a cidade de Coimbra com Oxford, fazendo uma referência à sua biblioteca barroca com mais de dois milhões de livros. O jornal elogia o ambiente desta cidade universitária, dando especial atenção às “ruas deste local com influências árabes e aos sítios onde se pode parar para comer uns petiscos”.
9 –VOLTAR
aos tempos medievais
aos tempos medievais
O jornal elogia as aldeias históricas dePORTUGAL
e a forma como fazem com que voltemos atrás noTEMPO
, dando especial atenção a Sortelha, no município do Sabugal, na Guarda. O NYP destaca o restaurante D. Sancho e os seus pratos típicos.
e a forma como fazem com que voltemos atrás noTEMPO
, dando especial atenção a Sortelha, no município do Sabugal, na Guarda. O NYP destaca o restaurante D. Sancho e os seus pratos típicos.
10 – Dar boleia e nãoCORRER
qualquer perigo
qualquer perigo
“Se calhar foi por causa do Vinho do Porto (…) mas quando um homem com o nome David nos pediu boleia pensámos ‘Porque não?’.PARAR
na Quinta do Tedo [Alto Douro] para uma prova de vinhos com o nosso passageiro misterioso também não ajudou, mas sobrevivemos e mantemos várias memórias da nossa viagem pelo Douro”, lê-se no último ponto da lista.
na Quinta do Tedo [Alto Douro] para uma prova de vinhos com o nosso passageiro misterioso também não ajudou, mas sobrevivemos e mantemos várias memórias da nossa viagem pelo Douro”, lê-se no último ponto da lista."É uma noite maravilhosa, estou muito feliz por estar aqui". Sorridente mas parco em palavras, o príncipe Alberto do Mónaco no Estoril

Soberano foi convidado de honra de evento que reuniu realeza e celebridades. Leilão angariou 220 mil euros para fundação.
"É uma noite maravilhosa, estou muito feliz porESTAR
aqui". Sorridente mas parco em palavras, o príncipe Alberto do Mónaco foi o convidado de honra da segunda edição do Le Bal de la Riviera, plataforma internacional que reune centenas de figuras influentes, desde empresários a membros da realeza europeia.
aqui". Sorridente mas parco em palavras, o príncipe Alberto do Mónaco foi o convidado de honra da segunda edição do Le Bal de la Riviera, plataforma internacional que reune centenas de figuras influentes, desde empresários a membros da realeza europeia.
E se, no ano passado, a angariação de fundos reverteu para a Cruz Vermelha Portuguesa, este ano o evento solidário conseguiu angariar 220 mil euros, que serão entregues à Fundação Prince Albert II of Monaco. "O tema deste ano são os oceanos, em particular a ligação entre o príncipe Alberto I do Mónaco e o rei D. Carlos, que eram dois soberanos apaixonados pela oceanografia", começou porEXPLICAR
Charle-Phillipe d"Orleáns.
Charle-Phillipe d"Orleáns.
O organizador da gala solidária (que é também marido de Diana Álvares Pereira de Melo, duquesa do Cadaval), explicou ainda que a edição deste ano do Le Bal de la Riviera, que contou com a presença de 420 convidados, teve por objetivo sensibilizar os presentes para a temática da preservação dos oceanos". Portugal é um país que está a investir muito na questão do futuro dos oceanos, seja em termos económicos seja ambientais. A ideia deste evento é sensibilizar os convidados, que são pessoas influentes, comDINHEIRO
, para que percebam que temos um problema com os oceanos e que temos de trabalhar essa questão", acrescentou o duque de Anjou.
, para que percebam que temos um problema com os oceanos e que temos de trabalhar essa questão", acrescentou o duque de Anjou.quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Lumina em Cascais
11.09.2015 - Por Fora de Série, às 18:00

A gelataria Santini de Cascais vai apresentar, a partir de hoje, um novo gelado com uma propriedade única: a de brilhar no escuro. Este novo gelado luminoso, que o público terá ocasião de provar por ocasião do Lumina – Festival de Luz, que decorre durante este fim-de-semana em Cascais, sabe a limão e tem a particularidade de ser fluorescente graças a uma vitamina que brilha em reacção à luz negra.
Como explica Eduardo Santini, administrador e responsável pela produção do Santini, “em tempos, vimos um artigo sobre esta vitamina e o efeito que tinha. Pesquisámos onde a poderíamos encontrar e após alguns testes conseguimos chegar a um gelado que brilha no escuro e que mantém o sabor a limão totalmente inalterado”.
Naturalmente que a receita será mantida em segredo, até porque, para já, o novo gelado só poderá ser provado durante o festival deste fim-de-semana. E ainda que a aplicabilidade da nova vitamina a outros sabores esteja já a ser estudada, para já a aposta passa apenas pela comercialização destes gelados em eventos específicos.
O preço é o mesmo de qualquer outro gelado, mas convém salientar que este novo sabor a limão luminoso reina pela noite dentro e só começa a ser vendido a partir das 20h30.IQ
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Estoril recebe o escritor espanhol Jose Antonio Gurriarán ( 2) . Recordar momentos altos de alguém que adora Portugal.
Como recordaçao de Amalia Rodrigues no Estoril, quando
assistiu à homenagem de despedida que deram a José Antonio Gurriarán no Casino, organizado por essa
figura extraordinaria chamada Nuno Lima de Carvalho. Esta é a a
fotografia desta ocasião memorável.
Un abraço.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Estoril recebe o escritor espanhol Jose Antonio Gurriarán. Recordar momentos altos de alguém que adora Portugal.
O escritor espanhol José Antonio Gurriarán e a sua mulher Helena foram recebidos no Estoril. O casal escolheu Cascais para passar as férias na companhia da sua família. Os seus familiares acabaram de comprar uma casa em Cascais onde podem disfrutar do clima ameno e da beleza da região. Sair de Madrid com 38 graus e chegar a Cascais com 28 graus e poder ver o lindo mar de Cascais é algo inigualável.
O almoço no Estoril foi aproveitado para recordar os momento altos da sua vida profissional como correspondente em Lisboa e da sua convivência com o Rei D. Juan Carlos e a família real espanhola.
José Antonio Gurriarán com Helena e Miguel Correia de Azevedo
Disfrutar a beleza e o clima ameno do Estoril
Vitor Pissarro, Helena e José Antonio Gurriarán no Estoril

Recordar os amigos de José Antonio Gurriarán em Portugal
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Verão em Cascais
04.08.2015 - Por Fora de Série, às 13:30

A Onyria Summer Party, a festa anual organizada pelo grupo hoteleiro com o mesmo nome, é já esta sexta-feira, nos Jardins de Água do Onyria Marinha Edition Hotel & Thalasso, em Cascais.
O evento começa às 19h00, com um ‘cocktail’ de recepção com petiscos tradicionais, ao som da guitarra portuguesa de Luís Santos. O jantar é um ‘buffet’ de pratos tipicamente portugueses, entre eles o peixe, os enchidos e os queijos, assim como de comidas internacionais, como as ostras, o sushi e o risotto. A animar o jantar vai estar a banda Quinteto B-Sax, que irá tocar alguns dos temas mais emblemáticos da história do Pop Rock dos anos 80 e 90.
A entrada tem um custo de 55 euros, com a excepção das crianças entre os 4 e os 11 anos, que pagam 25 euros, e até aos 3 anos, cuja entrada é gratuita. É possível fazer reservas através do número 214 860 100
214 860 100. CLM
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Rafa Villanueva y HELITENE, en 1º plaza en el campeonato COPA CLIO España, tras 3 carreras




