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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Recordar alguns episódios de Pedro Passos Coelho liberal, desumano e mentiroso

Pedro Passos Coelho foi muito mau para o PSD e para a social democracia porque:

 Erros de Passos liberal:
-bancos -1)  o Estado não intervêm nos bancos. Os privados gerem melhor que o publico. No caso do BES,  Passos ficou de férias na Praia e deixou que o prejuízo para os contribuintes e para a economia tenha sido imenso.
( O Estado devia ter capitalizado os bancos todos e, no caso do BES, nacionalizado-o)
2)BANIF - erro por negligência ou incompetência
3)CGD - negligência pura, a falta de vontade e de competência para fazer a sua capitalização.

4)- visão de selecção natural na sociedade." a lei do mais forte" - as empresas em dificuldades devem falir e nascerem novas e mais fortes. Por isso até aumentou o IVA da restauração para as matar mais depressa. E, a realidade foi que, como reconheceu Vitor Gaspar, as novas não apareceram.



Passos desumano -
1)quando o Ministério da educação errou na colocação de algumas centenas de professores, Passos disse que era uma pequena percentagem, e que fossem a Tribunal. O Estado, se causa dano  mesmo que seja só a uma pessoa, deve assumir as responsabilidades.
2)Caso da Hepatite C. Passos acha que há um valor para salvar a vida das pessoas.  Ele não disse qual era o limite , mas ao doente que pedia 20 000 euros, Passos achou que era um valor acima do que ele achava bem. Qual a sua base para esse cálculo?

Passos mentiroso:
Foram muitas as mentiras, mas relembro algumas clássicas:
1) É mentira que eu vá cortar o subsídio de natal e de férias aos funcionários publicos e pensionistas.
2) eu, como primeiro ministro, nunca inaugurei nada
3) o livro que eu estou a ler é a Fenomenologia do Ser, de Jean Paul Sartre. Este livro nunca foi escrito.
A crítica chegou de imediato. No mesmo dia, Pacheco Pereira respondeu no blogue Abrupto, ironizando sobre "a mania muito portuguesa do dropping names para mostrar cultura ". "Esta lista de leituras tem um pequeno problema para além da sua implausibilidade, é que não existe nenhuma Fenomenologia do Ser de Sartre, que eu saiba. Basta percorrer a lista de obras de Sartre para ver que não há nenhum livro com esse título, a não ser que seja um obscuro artigo que desconheço".
"Só quando não se faz a mínima ideia do que são estas obras, é que se pode falar assim delas, mesmo das inexistentes", remata.

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